A Carne do Escorpião
Em mim
a carne
Assim
como em você
Na dor
que há de ser
Pelo desejo
de um não saber
querer
Cadência de pedregulhos
&
Cortes profundos
de faca
cega
Tudo, todo, duto, douto
Incinerado no altar
de minhas frustrações
Uma semana de puta
Um dia de não querer
Horas de desespero
Um minuto para viver
Degradando a carne
Elevando o sofrimento
Inseminando o veneno
Engolindo sua saliva
Em beijos proibidos
No desprezo do cuspe
A força da queda
Que divisa assassinos
de loucos & enraivecidos
de desprezíveis pessoas
e espíritos latentes
pais que matam filhos, filhos que matam pais
afeitos ao mal como se fosse o bem...
ou ao nada!
Carne da própria carne.
Em mim
a carne
Assim
como em você
Na dor
que há de ser
Pelo desejo
de um não saber
querer
Cadência de pedregulhos
&
Cortes profundos
de faca
cega
Tudo, todo, duto, douto
Incinerado no altar
de minhas frustrações
Uma semana de puta
Um dia de não querer
Horas de desespero
Um minuto para viver
Degradando a carne
Elevando o sofrimento
Inseminando o veneno
Engolindo sua saliva
Em beijos proibidos
No desprezo do cuspe
A força da queda
Que divisa assassinos
de loucos & enraivecidos
de desprezíveis pessoas
e espíritos latentes
pais que matam filhos, filhos que matam pais
afeitos ao mal como se fosse o bem...
ou ao nada!
Carne da própria carne.
