A Carne do Escorpião

A Carne do Escorpião

Em mim
a carne
Assim
como em você
Na dor
que há de ser
Pelo desejo
de um não saber
querer

Cadência de pedregulhos
&
Cortes profundos
de faca
cega

Tudo, todo, duto, douto
Incinerado no altar
de minhas frustrações

Uma semana de puta
Um dia de não querer
Horas de desespero
Um minuto para viver

Degradando a carne
Elevando o sofrimento
Inseminando o veneno
Engolindo sua saliva
Em beijos proibidos
No desprezo do cuspe
A força da queda
Que divisa assassinos
de loucos & enraivecidos
de desprezíveis pessoas
e espíritos latentes
pais que matam filhos, filhos que matam pais
afeitos ao mal como se fosse o bem...
ou ao nada!
Carne da própria carne.
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# Enviado em Quarta 07 Maio 2008 17:32

Novo lar!

Novo lar!
COMO O WEBLOGGER SIMPLESMENTE MORREU, ESTOU MIGRANDO PARA CÁ!

nA VERDADE ESSA É A SEGUNDA MIGRAÇÃO DA TEXTURA.

OUTRORA MUDEI DO BLOGGER DA GLOBOsta, AGORA DE NOVO.
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# Enviado em Quarta 07 Maio 2008 17:25